Não se deixe levar! Ciência confirma que quem trai, voltará a fazê-lo

Seja pela sua avó, pela sua mãe ou por um amigo, já deve ter ouvido que nunca se confia em alguém que já traiu porque, muito provavelmente fará o mesmo connosco.


E, ao que parece nem é totalmente culpa da pessoa que trai.

Isto porque muitas das tendências para infidelidade devem-se à genética.
A dopamina – hormona libertada depois de fazer exercício, comer algo delicioso ou ter um orgasmo – desempenha um papel importante na decisão de uma pessoa ser ou não infiel.
Cerca de 50% das pessoas que têm um longo recetor de dopamina (genético) terão enganado o seu parceiro, contra 22% das pessoas que também traíram mas tinham um recetor curto.
A hormona vasopressina, semelhante à oxitocina, pode afetar a empatia, confiança e relações sociais.
Baixos níveis desta hormona podem fazer com que a pessoa tenha mais tendência para ser infiel, destaca o AsapScience.
O dinheiro também desempenha um papel relevante no que toca à fidelidade.
Como destaca o mesmo vídeo, os homens que ganham mais do que a sua parceira têm mais tendência para trair.
Mas, os homens que ficam em casa a cuidar dos filhos também são propensos à traição.
Para grande parte das pessoas a infidelidade está intimamente relacionada com a biologia e a genética.
Fonte: Noticias ao minuto
 
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